skip to main
|
skip to sidebar
Under exile
quinta-feira, 17 de maio de 2007
Exílio
Quando a pátria que temos não a temos
Perdida por silêncio e por renúncia
Até a voz do mar se torna exílio
E a luz que nos rodeia é como grades
Sophia de Mello Breyner Andresen
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Postagem mais recente
Postagem mais antiga
Página inicial
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Quem sou eu
filipe
Ver meu perfil completo
Arquivo do blog
▼
2007
(27)
►
outubro
(13)
▼
maio
(14)
Se, depois de eu morrer...Se, depois de eu morrer,...
Falas de civilização...Falas de civilização, e de ...
A miséria do meu serA miséria do meu ser,Do ser qu...
IstoDizem que finjo ou mintoTudo que escrevo. Não....
Às vezes, em dias de luz perfeita e exactaÀs vezes...
Sou um guardador de rebanhosSou um guardador de re...
Exílio Quando a pátria que temos não a temosPerdid...
PoemaA minha vida é o mar o Abril a ruaO meu inter...
AusênciaNum deserto sem águaNuma noite sem luaNum ...
Um diaUm dia, gastos, voltaremosA viver livres com...
PirataSou o único homem a bordo do meu barco.Os ou...
As pessoas sensíveisAs pessoas sensíveis não são c...
Bebido o luarBebido o luar, ébrios de horizontes,J...
Fernando PessoaTeu canto justo que desdenha as som...
Autores
favoritos
Filipe Guedes
inéditas
Nenhum comentário:
Postar um comentário